13 setembro 2012
Academia de Letras do Brasil -_ALB
- muito em breve confirmaremos a recepção de seus livros;
- nosso Presidente, raprofessor doutor Mário Caraboajal, encaminhou
parecer confirmativo ao Conselho Superior da ALB. Em poucos dias
encontrar-se-á completo o processo, quando orientaremos aos passos
seguintes: deliberação e escolha de solenidade oficial para sua
Diplomação e Posse;
- visite nosso site e no início da coluna da direira, aproximadamente,
entre em: Agenda 2012, estudando a possibilidade de confirmação de
presença em uma de nossas próximas solenidades.
Obrigada por sua aceitação e adesão aos ideais da Academia de Letras
do Brasil. Nosso presidente manifestou grande alegria ao ver seu
ilustre nome tramitando no processo à diplomação de novos Imortais da
ALB:
"... o aceite do escritor Luíz Padua a indicação, para assumir uma
Cadeira Vitalícia em nossas organizações, traduz-se em mais um
verdadeiro divisor de águas na história da ALB, somando seu ilustre e
renomado nome 'do mundo literário brasileiro' aos nossos Membros, no
Brasil e exterior, sustentando e apoiando, os sublimes ideais pelos
quais existimos enquanto instituição... São homens 'escritores' como
Padua, que fazem-nos acreditar encontrarmo-nos no caminho certo,
insistindo e persistindo mais um pouco, sem nunca aceitar a derrota...
Salve o novo Imortal, a ser diplomado ainda em 2012 em uma de nossas
solenidades oficiais... conto com a aprovação irrefutável por este
Conselho Superior, deste grande nome da literatura brasileira, à somar
aos quadros da pujante Academia de Letras do Brasil, consolidando-nos
como Organização Nacional de Cultura presente, através de nosso
escritores Membros, em todos os quadrantes deste Continental País...
Manifesto-me com certa ansiedade, na expectativa do dia em que
passaremos as mãos deste nobre escritor, o diploma da ALB,
empossando-o em Cadeira Vitalícia, orgulhando-nos em manifestar sermos
Confrades e Contemporâneos de Luíz Padua..." (MCarabajal)
Parabéns e Obrigada!
Saudações Imortais
Niágara Ximenez
Assessoria Executiva da Presidência
www.academialetrasbrasil.org.br
10 julho 2012
O ASSASSINATO DO EMBAIXADOR
Trata-se de um romance de amor e aventura. 112 páginas..
Contato com o autor para reserva de exemplares: lucapad02@gmail.com
09 junho 2012
DEPOIS QUE EU MORRER
Quando eu morrer
Não fale de mim
Deixei de existir
Fale agora bem ou mal
Fale tudo o que quiser
Depois que eu partir
Será tudo igual
Nada mais terá valor
Não ouvirei nenhuma voz
Tampouco sentirei amor
Meu mundo será inimaginável
À minha volta vermes a banquetear
Minha carne antes saudável
Hoje putrefata por tanto amar
Antes que seja tarde
Fale de mim enquanto vivente
Fale bem ou fale mal
Enquanto sou gente.
Por (Luiz Pádua)
19 fevereiro 2012
Agora eu sei
A minha dúvida era cruel.
À minha frente havia duas portas:
Uma levava-me para o fundo do poço
A outra para um futuro incerto
Não sei qual delas abrir-se-á para mim.
Mas agora sei o que quero:
Agora quero um futuro
Mesmo que ele não seja o melhor
Quero viver
Amando.
Luiz Pádua
Eterna Amante
Não importa que esteja distante
Meus lábios ressequidos
Renasce ao contato suave
E húmido de sua boca num instante
Não te esqueça querida
Que mesmo estando distante
Incansavelmente eu sempre dizia
Estou aqui eterna amante
Tristezas, recordações
O fogo levou
Felicidade daquela noite
Nem fagulha restou
Barreira é normal e sempre vai existir
Há disposição para transpor
Nada neste mundo supera nosso amor
(Luiz Pádua)
30 janeiro 2012
Quem será?
Por quem será?.
Sabe meu amor
Eu sei de mim e de meus descaminhos
Vivendo das letras transversas,
Ou pedaços soltos de
Sentimentos e emoções de êxtases.
Perdidos, cujos freios se desgastaram
De tanto amar a quem quão distante
Está e que Jamais vi.
No entanto sou teu amante
Sem te beijar e sem te sentir.
Sou o sol que ilumina teu caminho
A sombra de teus encantos e desencantos
No meu canto silente a ouvir
Aonde eu canto por encanto
Uma canção baixinho para você sentir
Que o meu coração clama e te chama
Transbordando de amor e paixão
Embora distante esteja paro para ouvir
Descompassadas batidas no meu coração.
(Luiz Pádua)